Doenças autoimunes têm em comum uma raiz inflamatória — e isso muda tudo na forma de tratar a alimentação. O que funciona no emagrecimento comum pode acender um surto em quem tem Hashimoto. O que ajuda na musculação pode complicar quem tem doença de Crohn. Por isso o plano precisa nascer do quadro específico, não de uma dieta-padrão.
Trabalho com estratégias alimentares baseadas em evidência científica, modulação intestinal (porque o intestino tem papel central nas doenças autoimunes), suplementação dirigida por exames bioquímicos e identificação de gatilhos alimentares individuais. Tudo em diálogo com o seu reumatologista, endocrinologista ou gastroenterologista.
Condições atendidas
Para o seu quadro específico.
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Hashimoto e tireoidite autoimune
Estratégia que considera níveis de TSH, T3 e T4, anticorpos anti-TPO, ferritina, vitamina D, selênio e zinco. Manejo da inflamação intestinal e seleção de alimentos.
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Lúpus eritematoso sistêmico
Plano com foco em redução de inflamação, suporte a saúde cardiovascular e óssea (frequentemente afetadas), manejo de fadiga e suporte para tratamento medicamentoso.
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Vitiligo
Suporte com vitaminas e minerais relacionados à pigmentação e função imune (B12, ácido fólico, vitamina D, cobre, zinco), além de nutrição anti-inflamatória.
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Doença de Crohn e retocolite
Plano alimentar individualizado em fase de remissão e em surto, com manejo de fibras, gatilhos individuais, deficiências de absorção e suporte ao intestino.
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Artrite reumatoide e psoriática
Foco em alimentos anti-inflamatórios, suporte ao peso saudável (proteção articular), ômega-3 e correção de deficiências comuns.
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Psoríase
Manejo da inflamação sistêmica, suporte ao microbiota intestinal e identificação de gatilhos alimentares pessoais.
Como funciona
Quatro pilares do plano.
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1. Análise de exames
Hemograma, marcadores inflamatórios (PCR, VHS), específicos da condição (TSH, anticorpos), vitaminas e minerais (D, B12, ferro, selênio, zinco), perfil lipídico e glicêmico. Sem exame, é chute.
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2. Modulação intestinal
Suporte à microbiota com fibras solúveis, fermentados, alimentos anti-inflamatórios e — quando indicado — protocolos específicos de exclusão e reintrodução para identificar gatilhos.
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3. Suplementação dirigida
Correção de deficiências comuns nesses quadros (vitamina D, ômega-3, selênio, zinco, magnésio), com dose ajustada ao seu exame e em diálogo com seu médico.
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4. Acompanhamento contínuo
Doenças autoimunes têm fases. O plano evolui com o seu corpo — ajustes durante surtos, manutenção em remissão, suporte em períodos de estresse. WhatsApp incluído entre as consultas.
Diferenciais
O que torna a minha consulta diferente.
Cada plano é construído do zero, pensado pra encaixar no seu cotidiano — e o acompanhamento continua entre as consultas.
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Plano 100% individualizado
Construído a partir do seu perfil, atividade física, rotina, exames e preferências. Sem fórmulas prontas — o cardápio que você recebe nasce do que faz sentido na sua vida.
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Acompanhamento por WhatsApp incluído
Dúvidas, ajustes de prato, sugestão de troca quando estiver na rua — entre uma consulta e outra você fala comigo direto. Não fica esperando dias por uma resposta.
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Lúdico, específico, fácil de aplicar
O plano vem com gramaturas, sugestões de combinação, equivalências e truques para você não enjoar. A ideia é que pareça leve de seguir — porque é assim que dura.
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Perguntas frequentes
Dúvidas comuns sobre nutrição autoimune.
Nutrição cura doença autoimune?
Não. A nutrição não cura, mas pode reduzir significativamente a inflamação, melhorar marcadores bioquímicos, reduzir frequência e intensidade dos surtos, e potencializar a resposta ao tratamento medicamentoso. Trabalho sempre em paralelo com o seu médico.
Preciso de uma dieta restritiva tipo AIP (autoimmune protocol)?
Em alguns casos sim, em outros não. AIP é uma ferramenta — não é regra para todo paciente. Avalio o quadro, exames e respostas individuais para decidir se faz sentido aplicar, modificar ou nem usar.
A consulta substitui o reumatologista, endocrinologista ou outro especialista?
Não substitui — complementa. A nutrição é uma das peças do tratamento, ao lado da medicação e do acompanhamento médico. Trabalho com seus exames e em diálogo com a equipe quando possível.
Em quanto tempo vejo resultado?
Marcadores bioquímicos costumam responder em 60-90 dias. Sintomas (fadiga, dor articular, gatilhos digestivos) podem melhorar nas primeiras semanas. É um processo gradual e sustentável, não um milagre.
Posso fazer consulta online se eu tiver doença autoimune?
Sim. A consulta online cobre a mesma profundidade da presencial — anamnese completa, análise de exames, plano alimentar individualizado e acompanhamento por WhatsApp.
Vamos cuidar do seu quadro juntos?
Me chama no WhatsApp para combinarmos a consulta. Trabalho em paralelo com seus médicos.